sábado, 7 de maio de 2011

MÃE...

Mulher   que   pari   de   dentro   de  suas entranhas... Mulher que pari de dentro do seu coração...Mulher que doa seu sumo... Não importa, és MÃE e dos  trezentos e sessenta e cinco dias do ano, todos eles seus, hoje queremos com um beijo te homenagear. Parabéns, MÃE!
                                            Maria Emília





GILSON FAUSTINO MAIA - MÃE
   Minha homenagem às mães.

Mãe é sinal de ternura,
aconchego e cortesia,
exemplo, paz e ternura,
amor, perdão , alegria.

Apoio na caminhada,
sublime compreensão.
É luz na curva da estrada,
afago no coração.

Consolo nas horas tristes,
conselho na indecisão,
ajuda que sempre existe
em tempos de provação.

Companheira na vitória
e no fracasso, também.
Esteio, um marco na história
de cada filho que tem.

Mas vem um dia a orfandade,
um nó na garganta, a sede.
A mãe, apenas saudade
e um retrato na parede.

Gilson Faustino Maia
                                                                            Petrópolis/RJ  
 JOSÉ CLÁUDIO ADÃO/ CACÁ  - MÃE CORUJA
Vilma foi à feira livre com uma disposição alegre. Despertou num daqueles dias em que nem o cinza das nuvens muda a cor do humor da gente quando acordamos com alegria para o mundo. Na feira livre, há a oportunidade do contato com as coisas da terra, que têm um poder mágico, senão de aumentar, pelo menos de manter a disposição. Fora a chance de poder estampar no rosto a satisfação para todo mundo ver que a vida pode ser bem melhor do que pensar nas metáforas de abacaxis e pepinos ou dar uma banana para alguém. Comprou, comprou e acabou pensamento numa boa ação. Afinal, dar bananas para alguém não quer necessariamente dizer que esse alguém não vá ficar feliz, sendo bananas de verdade, longe das alegorias do gesto bananoso de mandar alguém se ferrar. Era isso, enquanto comprava as outras verduras, legumes e frutas, pensou na sua filha. Gostava de bananas. Fazem muito bem para a saúde física e mental dos adolescentes em fase de crescimento. Possuem fósforo, sódio e potássio, sais minerais essenciais aos meninos e meninos se desenvolvendo e estudando. Comprou um pouco a mais do que costumava e como passava pela porta da escola da filha, resolveu entrar um pouquinho. Foi assim que a Vilma me contou.

– O que a gente não faz para alegrar os filhos, né? Era a hora do intervalo para recreio e podia muito bem fazer uma surpresa agradável para a Brisa, a menina que gostava tanto da fruta tropical. As caturras então, hum!!!

Distraída nas conversas pelo pátio da escola no meio das amigas, provavelmente falando de alguma professora ou de matéria fácil ou difícil, muito ao contrário do que pensam os adultos que acham que elas ficam fofocando sobre meninos bonitinhos da escola ou da rua. Não entendem nada do mundo sério e preocupado com os estudos. Esses adultos! Quanta maldade! De repente, alguém avista a sua mãe e a avisa. Ela sai logo correndo em sua direção, pensando ser notícia ruim. Como comparecer àquela hora, interromper “aquele assunto” se não fosse para trazer uma má notícia, quem sabe até buscá-la para ir lhe confortando pelo caminho para absorver melhor o impacto dos acontecimentos? Mas o sorriso da Vilma radiante desfez a suspeita. E mais ainda quando ela lhe entregou o embrulho. Uma penca de bananas, ali, no recreio, no meio de toda a turma. A menina foi ficando rosada e avermelhando à medida em que a vergonha se misturava com a raiva. Meu Deus, como pode ser insensata! Me trazer bananas na escola, na frente de todo mundo, ainda por cima me fazendo parecer uma criança?

_ Mãe eu vou fazer de conta que nem te conheço. Foi tudo o que conseguiu dizer, saindo em disparada para a sala de aula. E a Vilma nem teve tempo de falar que era um lanchinho para reforçar sua alimentação. Para a menina, o maior mico de toda a sua existência.

– Pode véi, uma mãe dessas!!! Foi o que ela me contou depois.
_____________________________

Este texto ia fazer parte de um concurso promovido pela Rádio Bandnews: MÃE CORUJA (MÃES SEM NOÇÃO, UM MICO INESQUECÍVEL). Era para ser narrado ao vivo lá na rádio, mas preferi escrever para não cair no esquecimento da família.


E com ele homenageio a todas as mães no seu dia.


José Cláudio Adão - Cacá
                                                         Belo Horizonte/MG

ADEMAR MACEDO -UM ROSÁRIO DE SAUDADE...

Mãe deixou um rosário de saudade
pendurado por cima do meu peito,
as orações não rezei nem a metade
pois rezar pra saudade não da jeito.
quando vejo o rosário eu vejo ela
e a saudade que hoje eu sinto dela
 para mim uma dor e um mistério;

e sempre que eu visito a sua cruz
tenho visto as pegadas de Jesus
junto a cova de mãe, no cemitério.

 Ademar Macedo
                                                                                         Natal/RN 

JGCOSTA - MARIA MÃE


    
 "Existe uma lenda que diz que se uma pequena abelhinha, que de tão leve a mais suave brisa acaba por carregar, mesmo assim quiser mudar o rumo de sua história, se isso for a sua meta, nada a impedirá."



Era uma vez uma jovem menina que não tinha muitos motivos para sorrir.
Tinha saúde e apesar da família humilde, fome não passava, nem ela nem seus seis irmãos, pois o pai, forte italiano, da lavoura retirava o sustento para todos.
A sua infelicidade residia na frieza que sua mãe lhe dispensava no tratamento para com ela, para com todos, pois na lida com a casa e no auxílio ao esposo, pouco tempo lhe restava para perder com as chamadas ‘bobagens’ sentimentais.
Assim a menina cresceu, com semblante infeliz, e seguiu as pegadas da mãe.
Quando se casou, ainda mocinha de 16 anos, com um rapazote da cidade, não demorou muito para ter seus próprios filhos, três, duas garotas e um menino. Também ela tratava os seus pequenos da mesma forma que sua mãe lhe ensinara, preocupando-se mais com os seus afazeres domésticos e doando-se para que seus rebentos tivessem a educação necessária para progredirem na vida e darem um adeus definitivo à miséria que agora assolava o país.
Sua filha mais nova, Joana, chamada carinhosamente de Joaninha pelo pai, pois tinha sempre a face corada e era um toquinho de gente com seus 6 anos, em certa data conhecida querendo agradar a mãe, pediu ajuda para a irmã mais velha e separou numa caixa de sapatos um presente, o qual esperou com ansiedade o tal dia importante chegar.
Nesse dia, informada pela irmã, lá foi ela ter com a mãe, segurando seu presente embrulhado em jornal velho. O pai de longe anunciou com um sorriso:

-- Lá vem a Joaninha...

Mas logo desfez a alegria do rosto ao ver a carranca da esposa, que não aprovava certos tipos de brincadeiras.
A pequena Joaninha manteve-se confiante e parou a apenas alguns passos da mãe.

-- Pra você mãe! – Disse e lhe estendeu o embrulho.

A mãe tirou rápido o embrulho das mãozinhas da filha e já ia se levantando para dar um jeito na casa, o almoço há pouco terminara e apesar de ser domingo, para ela não importava, pois pensava: é somente mais um dia de trabalho! Mas a pequena menina colocou-se a frente da mãe e com voz baixa lhe pediu:

-- Abre mãe!

Resolvendo terminar logo com aquela perda de tempo, a mãe de mal grado rasgou o jornaleco que cobria a caixa e essa destampou. De lá de dentro o perfume de uma rosa se espalhou pelo ar da cozinha apertada, mas as pétalas já estavam amarelando e somente um botão amarronzado havia.
Já se preparava para agradecer friamente quando num lapso de segundo a sua própria imagem lhe veio à mente, de uma época em que também ainda era menina e sonhava em ganhar abraços apertados de sua mãe, que aparentemente nem lembrava que ela existia. Parecia-lhe agora que isso ocorrera com qualquer pessoa do mundo, menos com ela, pois não conseguia se recordar em que momento da vida seu jeito de ver o mundo sofrera tamanha mudança. Enquanto viajava ao passado em busca do ser que existirá dentro de si, suas lágrimas há muito e muito contidas lavavam o seu rosto branco. Só retornou a realidade quando sentiu que alguém lhe puxava o avental, quase o arrancando.

-- Mãe, mãe, não gostou? Por que chora tanto?

A voz da pequena Joaninha a trouxe de volta, e olhou ao redor envergonhada, enquanto todos pareciam aguardar uma explicação, ao mesmo tempo em que se preparavam para ir cuidar de suas vidas, uma das frases mais ouvidas naquele lar.
Joana repetiu a pergunta e finalmente sua mãe Maria a olhou lá de cima e enxugando o rosto com a costa da mão livre, pegou a filha no colo, enquanto passava o embrulho para o assustado marido.

-- Gostei sim Joaninha. Seu presente parece comigo. Uma rosa já um pouco sem vida, sem cor, mas ainda perfumada, então ainda uma rosa existe, sim, ainda uma rosa existe em mim...

Abraçou delicadamente a filha, que lhe entregou uma rosa sem vida e ganhou uma mãe em flor.
Naquela tarde essa mesma mãe seguiu o exemplo da filha e outra flor desabrochou, e também o sonhado abraço ganhou.
Pode-se dizer então que graças há uma Joaninha todos dessa família, enfim, viveram felizes para sempre...

JGCosta
   Itatiba/SP 
JORGE ROBERTO SOARES - À TODAS AS MÃES
Eis me aqui novamente pra falar do nobre dia
Prestar minha homenagem a todas vocês
Mulheres guerreiras, Mães zelosas
Amigas, protetoras
Lindas e belas Mães

Queria ter o poder de agregar poder
Para lhes conceder um dia de plenas alegrias
Fazer desaparecer da mente de todas
Todos os flagelos dos outros dias
Num toque de magia
Deixar cair do céu
Pra formar um lindo manto
Milhões de pétalas coloridas
Das milhares variedades de flores
Que alegram nossas vidas

Minha Mãe
Tua Mãe
Mãe de todos os amigos
Mães que não conheço
Mães dos países distantes
Mães de todas as mães
Uma vida que faz vida
No calor do próprio corpo
Que se entrega a esta vida
Se preciso dando a própria vida
Eis assim o
Puro amor

Amor sem barreiras, sem limites
Amor de renúncias, sem limites
Amor de Mãe
Amor de sacrifícios, de doação
Amor de coração,
Amor de Mãe

Queria ter o poder
De me apoderar das estrelas,
Em um simples emprestar,
Pra formar um longo caminho
Pra todas as Mães passarem.
No chão deste caminho
Cobrirei com todas as pétalas
Do manto que Lá em cima montei
E em cada lodo deste caminho
As estrelas distribuirei
Misturando todas as cores
Para ter um tom divino
Pra homenagear todas as Mães
Nesse meu sonho de menino.

Parabéns à todas as Mães, muita paz, alegria e felicidades em todos os dias de suas vidas 
 
Jorge Roberto Soares  
                                                                 Além Paraíba/MG
WRAMOSS - SE EU FOSSE ....
.....um poeta , com certeza encontraria as palavras mais lindas, mais exatas e mais sensíveis para descrever um amor de MÃE .

Certamente saberia dizer que ele é único e que é o que realmente pode ser sentido, dito, cantado, festejado e reconhecido como o verdadeiro amor eterno .

.....um trovador, em todos os meus versos , com rimas métricas ou não, eu diria que coração de MÃE não tem fundo, é elástico, não desgasta e abriga, acolhe, aquece e ama com a intensidade , pureza e sinceridade que só as MÃES sabem abrigar, acolher, aquecer e amar.

.....um jardineiro, a cada novo dia teria uma linda flor para oferecer para as MÃES, embora saiba perfeitamente que nem os melhores e mais sábios jardineiros saberiam cultivar uma flor que fosse mais linda e mais perfumada que qualquer MÃE.

.....melhor do sou, jamais me esqueceria que MÃE sempre se escreve com letras maiúsculas , com letras douradas e delas sempre foram e sempre serão todos os dias da nossa existência .

A todas as MÃES do Recanto das Letras,  a todas as MÃES dos companheiros e companheiras, amigos e amigas, poetas e poetisas, escritores e escritoras o meu melhor abraço, o meu beijo no coração e que Deus dê a todas muita luz e paz.....agora e sempre.....

WRamoss
Belo Horizonte/MG 
MACEDO, FRANCISCO NEVES -“SER MÃE”
 
                              Sobre, “ser Mãe, já nos disseram tanto”,
e o que foi dito, ainda é muito pouco,
pra dizer de um amor, assim, tão louco,
que se divide entre o sorriso e o pranto.
É um amor real, puro e sacrossanto,
para o teu hoje e para a eternidade...
Não interessa, tempo nem idade,
e pouco importa aonde se celebre,
na rua, num palácio ou num casebre,
ele é a própria luz da felicidade.

 

Pra você que tem, neste verso eu digo
faça tudo, dê amor, se sacrifique,
não deixe, nunca, nunca, que ela fique
só na amarga solidão de um abrigo.
Eu, que já não tenho este "porto amigo",
Posso dizer da dor dilacerada...
Já que um filho sem mãe é quase nada.
Nunca deixe sua mãe à sua espera,
você, filho, também se faça fera,
para dar seu amor à mãe amada!

 Macedo, Francisco Neves
                                                                     Natal / RN
 PAULO MEDEIROS - Rapadura é doce, mas né mole não...
Vou começar este texto sendo curto e grosso. Mãe, a senhora é uma heroína. Não falo isso da boca pra fora, os números estão aí para provar.
Veio muito jovem do interior para ganhar a vida na cidade grande, casou-se e teve cinco filhos, mas o coração – que quase lhe traiu em 2004 – ainda tinha lugar pra mais um, ou melhor, mais uma filha.
O poeta escreveu uma vez que tinha uma pedra no meio do caminho, no seu caminho mãe, havia algumas pedras, muitos espinhos e o número seis – vou já explicar o porquê do número seis.
Não foi fácil chegar aqui, a senhora passou muitas dificuldades na sua vida, mas em momento algum fraquejou. Anos oitenta. O país em crise, papai desempregado e a senhora – junto com o papai, é claro – com seis filhos para alimentar.
Deve ter sido muito duro pra senhora ter que olhar pra seis crianças e não ter de onde tirar dinheiro para alimentá-los. Quando conseguia uns poucos trocados pra comprar pão, fazia a multiplicação deles. Lembro que a senhora cortava o pão em fatias bem finas para que pudesse repartir para os seis moleques. Ficava sem comer, mas seus filhos não.
Também lembro quando a senhora acordava de madrugada, fazia o fogo, torcia o pescoço das galinhas e as depenavas uma a uma. E quando os primeiros raios de sol surgiam no horizonte quase todas as galinhas já estavam vendidas. Matava pra não morrer, mas se morrer por nós preciso fosse, ah... Não tenho dúvidas de que a senhora faria isso. Nossa... Com a dona Nonata não tinha tempo ruim. O seu Joaquim (marido) sabia que podia contar com ela pro que desse e viesse.
- Nonata, vai acordar os meninos pra nos ajudar, mandava nosso pai.
- Ah, Joaquim, deixa os meninos dormirem mais um pouco, coitadinho dos bichinhos, respondia a mamãe.
Ainda lembram do número seis que mencionei no início do texto? Pois é, mamãe tem uma relação visceral com o dito cujo. Vejamos: seis sobrinhos seus moraram em sua casa, todos do interior da cidade com sonhos de vencer na cidade grande e a senhora sempre de braços abertos para recepcioná-los. Teve cinco filhos e adotou uma filha como já mencionei no início do texto, seis perniciosos insistentes derrames e como se não bastasse em 2004 foi preciso corajosamente abrir o peito e construir seis pontes, cinco de safena e uma mamária. Meu Deus! A senhora é dura na queda, hein!
Essa cirurgia no coração me deu a exata dimensão do que somos, somos muito semelhantes a uma vela acesa, - já dizia meu pai - basta um simples sopro e pronto, já era. No dia em que eu e me pai estávamos diante do médico que faria a tal da cirurgia, e ele nos explicando da gravidade do problema, ouvi as mais duras palavras que um filho pode escutar de alguém. Quando alguém nos chama de filho da p., a gente até releva, mas ouvir um: “Ou ela opera, ou ela tem só mais seis meses de vida.” Caraca, é duro . Olha aí o número seis de novo.
Naquele dia caiu a ficha. A vida da mamãe estava por um fio, então pensei cá com os meus botões. Cara, minha mãe pode morrer... Minha mãe vai morrer. Só que a impressão que tinha é que isso nunca aconteceria.
E agora pra falar pra ela sobre a operação? Quem dá a notícia? Bem, vamos passar a bola pro doutor Sérgio por que afinal de contas ele é preparado pra isso e está acostumado a lidar com esse tipo de situação.
De novo eu e me pai, só que agora acompanhado da mamãe, estávamos diante do médico, é, aquele preparado e acostumado com essas situações. Quando o doutor Sérgio abriu os exames ele balbuciou a seguinte frase: Eu já sabia. Então, levantou a cabeça, olhou nos olhos da mamãe e disse com todo o tato que lhe é peculiar:
Dona Raimunda, vamos precisar abrir o seu peito. Pôxa, pra falar desse jeito, eu mesmo falaria.
Mamãe desabou, chorava copiosamente. Acho que naquele dia ela sentiu a presença da morte, mas não esqueçamos, mamãe é forte. E ela foi pra cirurgia e tirou de letra, mais uma vez colocou a morte pra correr, corria que batia os pés na bunda, pois a morte é cínica, a morte é vagabunda.
E enquanto ela não se mete a besta de aparecer por aqui, vamos celebrar mais um dia das mães, vamos eternizar cada momento em que estivermos juntos ao seu lado, MAMÃE.

Feliz dia das mães para todas as mães desse mundo!

Paulo Medeiros
                                                                                               Manaus/AM
MINHA MÃE ERA INTEIRA
                                     Existem pessoas que não têm avesso...
são inteiras.
Suas figuras não se limitam
aos atributos atraentes ao olhar.
Possuem uma elegância inata,
nas atitudes, no falar,
no pensar, nas escolhas de vida...
Pessoas assim  Deus distribui
por aqui, por lá , por acolá...
em pequenas doses, para na Terra
fazerem o amor acontecer...
Mãe,  às vezes, é
 uma dessas pessoas,
que  ama... protege... se doa...
e, que derrama sobre todos
que em sua sombra buscam abrigo:
delicadeza, ternura, bondade, carinho,
aconchego,  respeito, atenção, amor...
Minha Mãe foi uma delas...
Não tinha avesso...
Era inteira.

Maria Emília Xavier


































9 comentários:

✿ chica disse...

Nooooossa, que maravilhas que vi por aqui nesse dia , já bem cedinho...

Parabéns aos autores que fizeram lindas crônicas, poesias e deixo pra ti um lindo desejo de um dia maravilhoso, mais um dia apenas entre os 365... beijos Feliz dia à todas as mamães! chica

pensandoemfamilia disse...

Lindo!!! Parabéns pela farta mensagem.

Meu beijo e desejo de Feliz e harmonioso dia das Mães.

Gilson Faustino Maia disse...

Parabéns, Maria Emília, por este trabalho lindo em homenagem às mães! Muito obrigado pela oportunidade de participar desta seleção. Um excelente domingo para você e meus parabéns aos seus filhos pela mãe que têm. Meu abraço.

ADEMAR MACEDO "O POETA DO AMANHECER"... disse...

Ninguém consegue ficar de
"olhos fechados" diante tão belas Mensagens...Obrigado, Emília, por
eu poder também fazer parte delas!
beijos;
Ademar Macedo.

Eduardo Medeiros disse...

caramba, isso sim é uma postagem em homenagem a elas, as deusas que nos acalenta e que sofre para nos dá a vida.

adorei. beijos

Paulo Medeiros disse...

Obrigado Maria Emilia pela oportunidade de conhecer e interagir com novas pessoas !!!!
Beijos.

Ange disse...

Nossa! Estive passeando um pouco por aqui e fiquei encantada! Em especial estas homenagens (por vários autores, alguns por mim conhecidos) ao dia das mães!
Linda mesma esta sua página!
Parabéns a você e aos demais participantes!
Linda tarde!
Lembranças..

Anônimo disse...

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