sexta-feira, 7 de maio de 2010

PERDIDA...

Na ânsia de me encontrar, me reconhecer...
Ando por lugares que já caminhei...
Encontro labirintos que a saída sei de cor...
Percorro velhos caminhos achando que novos são...

As marcas que carrego na alma, feridas ainda abertas
de lembranças, que me dariam uma identidade...
 Não consigo encontrá - las...
Mas precisava...Para, então, me reconhecer
e, feliz me rever...

                                                                     Maria Emília Xavier


5 comentários:

Cacá disse...

Eis um belo proceso de depuração da alma. A preservação da memória como libertação do que passou. Lindo, Maria Emília! Abração. Paz e bem.

JoeFather disse...

Algumas vezes nos perdemos, em outras nos encontramos! Como eu sou dado ao equilíbrio da mente e da alma, posso até me perder, mas já me achando...

Abraços e parabéns por tão linda inspiração!

Ivana Marisa Altafin disse...

Será que somos a mesma pessoa e não sabemos? Me identifico tanto com seus poemas, que às vezes penso ser a Maria Emília!!!
Eu amo tudo que você escreve, um dia lindo para ti! Um caloroso abraço!

Chica disse...

A cada dia,mais inspirada.Lindo!beijos,chica

maria olimpia alves de melo disse...

É estranho como é difícil encontrar-se com quem está mais perto de nós: nós mesmos.